Fomos jogar pôquer e beber sozinhas.
Perfeita noite, perfeita garota.
Entrei em seu carro e subi as escadas de seu apartamento
Jogadas no sofá, às três da manhã
Eu não estava sóbria, deixei.
Fomos para seu quarto, logo me vi em sua cama nua, nuas.
Fechei os olhos...
Acordei tonta, sem saber e então me vi ali, assustei-me com sua beleza.
Ela entrava com café, flores e cigarros.
Conversamos, ela me explicou, flutuei
Sete horas, fui-me.
Sete e quinze, SMS "chegou bem?"
Sorri, eu estava na portaria a espera de um táxi.
Um tempo passou, inseparáveis, escondidas, proibidas.
Conversei, expliquei, sofri, acabei.
Deitei-me, nela chorando pensei.
Doeu, eu precisava continuar
Recusei flores, telefones troquei, fugi.
Minha excessão, minha verdade
Meu amor, unica, tempo de felicidade.
Agora só luto para conseguir abrir os olhos.
Dói ver outro falso "amor".
Dela não sei, mas quero saber
Não posso, fraca!
Continuo infeliz, aceito, pois já fui feliz e valeu a pena...
Meu amor, unica, tempo de felicidade.
Agora só luto para conseguir abrir os olhos.
Dói ver outro falso "amor".
Dela não sei, mas quero saber
Não posso, fraca!
Continuo infeliz, aceito, pois já fui feliz e valeu a pena...
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